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	<title>Saiba Que!</title>
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	<description>Quer Saber Mais? &#62; É Curioso? &#62; Notícias &#62; Informações &#62; Curiosidades</description>
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		<title>O Que é Easy Listening?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 18:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Easy Listening é o nome inglês para o estilo de música orquestrada, que surgiu na década de 50, e que teve como precursores: Ray Conniff, Burt Bacharach, Paul Mauriat, Percy Faith, Mantovani, Franck Pourcel, Bradley Joseph, dentre outros. Suas raízes estão nas Big Bands dos anos 30 e 40, de onde se originou a maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;"><div id="attachment_2750" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/11/AAZ_Easy_1.jpg" alt="O músico Ray Conniff" title="" width="200" height="185" class="size-full wp-image-2750" /><p class="wp-caption-text"><strong>RAY CONNIFF</strong></p></div><strong>Easy Listening</strong> é o nome inglês para o estilo de música orquestrada, que surgiu na década de 50, e que teve como precursores: Ray Conniff, Burt Bacharach, Paul Mauriat, Percy Faith, Mantovani, Franck Pourcel, Bradley Joseph, dentre outros.<br />
Suas raízes estão nas Big Bands dos anos 30 e 40, de onde se originou a maioria de seus intérpretes, onde atuavam como instrumentistas ou como arranjadores.<br />
São músicas de forte apelo comercial, com arranjos harmônicos, melodiosas, normalmente românticas, ideais à dança a dois e agradáveis aos ouvidos&#8230; daí sua denominação <strong>Easy Listening Music</strong> (música de fácil audição).<br />
A orquestra de <strong>Ray Conniff</strong> utilizou de forma pioneira um vocal incrível, que imitava, de forma deliciosa, os sons dos instrumentos e com estes se mesclava.<br />
Clique no player abaixo e curta uma de suas inúmeras apresentações no Brasil. Ao lado, a capa do famoso LP “S Continental” [1961] que contém <strong>La Mer</strong>, a melhor música para caracterizar esse estilo&#8230; <strong>acompanhe!</strong></p>
<p><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/11/AAZ_Easy_2.jpg" alt="&quot;S Continental&quot;, LP de Ray Conniff" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" title="" width="225" height="225" class="alignleft size-full wp-image-2626"/>
<p style="text-align: right;"><object style="height: 225px; width: 370px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_pJsMKou8ow?version=3&#038;feature=player_detailpage"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/_pJsMKou8ow?version=3&#038;feature=player_detailpage" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="370" height="225"></object></p>
<p><strong>Ray Conniff</strong> sempre fez enorme sucesso junto ao público, vendendo milhões de discos, suas apresentações chegavam a lotar as casas de espetáculos, além de influenciar inúmeros músicos de gerações posteriores e o próprio desenvolvimento de outros gêneros musicais.<br />
Outro ótimo exemplo de <strong>Easy Listening</strong> é a orquestra de <strong>Burt Bacharach</strong>, que também fez enorme sucesso. Para ilustrá-lo escolhi a música <strong>Mexican Divorce</strong> que, infelizmente, só achei em áudio. Clique no player abaixo e ouça, note como o arranjo vai num crescendo, incrementando novas nuances até o final&#8230; é muito legal&#8230; vale a pena! Ao lado, a capa do LP “Burt Bacharach” [1971] que traz esse sucesso&#8230; <strong>acompanhe!</strong></p>
<p><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/11/AAZ_Easy_3.jpg" alt="LP de Burt Bacharach" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 0px;" title="" width="225" height="225" class="alignleft size-full wp-image-2627"/>
<p style="text-align: right;"><object style="height: 225px; width: 370px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Aejm2xVIxnY?version=3&#038;feature=player_detailpage"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/Aejm2xVIxnY?version=3&#038;feature=player_detailpage" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="370" height="225"></object></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="Logotipo Saiba Que!" width="93" height="37"/> A partir da década de 70, a demanda popular fez surgir outras orquestras e solistas, como o flautista romeno Gheorghe Zamfir e o pianista francês Richard Clayderman. Nos anos 80, quem se destacou foi o saxofonista americano Kenny G, que deu uma nova roupagem à <strong>Easy Listening</strong>.<br />
Mais recentemente esse estilo musical recebeu outras denominações como <strong>Lounge Music</strong> (música para relaxar) ou <strong>Laid Back Music</strong> (música para descontrair).</span></div>
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		<title>Jô Soares e As Esganadas</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 19:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso polivalente artista, Jô Soares, lançou na última quarta-feira, em noite de autógrafos, na Livraria Cultura, em São Paulo, seu quarto romance policial, As Esganadas. Antes, em sua linha literária preferida, havia publicado: “O Xangô de Baker Street” [1995], best-seller que inspirou o homônimo filme lançado em 2001, “O Homem que Matou Getúlio Vargas” [1998], [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAY_Esganadas_1.jpg" alt="O escritor Jô Soares" title="" width="218" height="218" class="alignleft size-full wp-image-2479" />Nosso polivalente artista, <strong>Jô Soares</strong>, lançou na última quarta-feira, em noite de autógrafos, na Livraria Cultura, em São Paulo, seu quarto romance policial, <strong>As Esganadas</strong>.<br />
Antes, em sua linha literária preferida, havia publicado: “O Xangô de Baker Street” [1995], best-seller que inspirou o homônimo filme lançado em 2001, “O Homem que Matou Getúlio Vargas” [1998], e “Assassinatos na Academia Brasileira de Letras” [2005], todos, sempre pela Companhia das Letras.<br />
Nessas obras, <strong>Jô</strong> sempre admitiu ter se deixado influenciar pelo escritor britânico Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, o mais famoso detetive de todos os tempos.<br />
Em, <strong>As Esganadas</strong>, ele explora mais uma vez o tema predileto: assassinatos em série. No entanto, revela logo no início não somente quem é o assassino, como sua motivação psicótica para matar.</p>
<p>A história gira em torno de Caronte, o dono da chique funerária Estige. Assim como o pai, que acabou se matando, Caronte foi sufocado por uma mãe tirana, e passa a vida a vingar-se dela. A relação é de amor e ódio, daí o personagem se sentir excitado ao matar jovens gordas com receitas portuguesas herdadas da sua genitora lusitana.<br />
O título de duplo sentido do livro se refere à fome voraz das vítimas e ao fato de elas morrerem sufocadas de tanto comer.<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAY_Esganadas_2.jpg" alt="As Esganadas, livro de Jô Soares" title="" width="205" height="308" class="alignright size-full wp-image-2458" />O núcleo da narrativa está nas diversas tentativas desorientadas da polícia de encontrar o criminoso que, além de muito esperto e de não despertar suspeita nenhuma, possui uma rara característica física que dificulta sobremaneira a utilização dos novos métodos científicos de investigação.<br />
Para solucionar os crimes, o chefe da polícia designa um delegado ranzinza, assessorado por um auxiliar medroso, e que contará com a inestimável ajuda de um sofisticado e culto inspetor.<br />
Na perseguição, os três investigadores ganham a companhia de uma jovem linda e destemida, que é repórter e fotógrafa da principal revista ilustrada da época, O Cruzeiro.<br />
É principalmente a partir das aventuras desse grupo, na busca pelo criminoso ou em incursões pela cidade do Rio de Janeiro de 1938, ano de nascimento de <strong>Jô</strong>, que ocorrem as situações mais hilárias. Há passagens divertidas, sem dúvida, que garantirão ao menos um sorriso do leitor.<br />
Uma característica constante da obra literária de <strong>Jô Soares</strong> é a escolha de um momento do passado para cenário de sua narrativa, o que lhe permite entrar em detalhes históricos curiosos enquanto desenvolve a trama. Nesse caso, é o Estado Novo de Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, na década de 30, onde o nazismo avança e a iminência da Segunda Guerra Mundial já é bem evidente.<br />
<strong>Jô Soares</strong> é autor de entretenimento e se sai bem repetindo a fórmula de seus três livros anteriores, que juntos venderam mais de um milhão de cópias. <strong>As Esganadas</strong>, que sai com uma tiragem inicial de 80.000, tem lances espirituosos e um pano de fundo interessante, povoado por personagens reais como Filinto Müller, o chefe da polícia política de Vargas, e Lourival Fontes, o ministro da propaganda, mesclados a outros fictícios.<br />
Com a criatividade que lhe é característica, <strong>Jô</strong> consegue narrar uma série de crimes, executados com requintes de crueldade, e, ainda assim, deixar o leitor com um sorriso satisfeito nos lábios.</p>
<p>O Jornal Bom Dia São Paulo, da Rede Globo, de quinta-feira, mostrou a reportagem da noite de autógrafos, onde entrevista o autor que fala sobre particularidades do livro&#8230; <strong>assista!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><object width="480" height="360" data="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://s.videos.globo.com/p2/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1676136&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=360" name="FlashVars" /></object></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width: 0px; border-color: black; border-style: solid;" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="Logotipo Saiba Que!" width="93" height="37"/> Para promover o lançamento, dias antes, <strong>Jô Soares</strong> gravou um vídeo para a Companhia das Letras, onde lê um trecho da obra. Chama a atenção o alto nível literário alcançado pelo autor: construções bem engendradas, sintaxe perfeita, farto e diferenciado vocabulário, traços poéticos bem dosados. Mesmo àqueles que não apreciam esse enredo, é recomendada sua leitura&#8230; é uma aula de português!<br />
Não obstante sua celebridade, realmente <strong>Jô</strong> escreve muito bem. Não será surpresa para mim, mesmo ele não sendo um escritor profuso, se em breve convidarem-no a sentar-se nalguma cadeira da Academia Brasileira de Letras&#8230; <strong>acompanhe, com atenção!</strong></span></div>
<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vvI0T_EqNQ8?version=3&#038;feature=player_detailpage"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/vvI0T_EqNQ8?version=3&#038;feature=player_detailpage" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object></p>
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		<title>O Palhaço by Selton Mello</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 10:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estreia em nossos cinemas no próximo dia 28, O Palhaço, segundo longa dirigido pelo talentoso ator Selton Mello, o impagável Chicó de “O Alto da Compadecida”, e de tantos outros que protagonizou na TV e nas telonas. Antes ele já havia conduzido “Feliz Natal”, em 2008. A crítica especializada parece estar recebendo bem essa sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAX_Palhaço_1.jpg" alt="O Palhaço, filme de Selton Mello" title="" width="250" height="330" class="alignright size-full wp-image-2394" />Estreia em nossos cinemas no próximo dia 28, <strong>O Palhaço</strong>, segundo longa dirigido pelo talentoso ator <strong>Selton Mello</strong>, o impagável Chicó de “O Alto da Compadecida”, e de tantos outros que protagonizou na TV e nas telonas. Antes ele já havia conduzido “Feliz Natal”, em 2008.<br />
A crítica especializada parece estar recebendo bem essa sua nova investida como diretor.<br />
No elenco, além do próprio <strong>Selton Mello</strong>, entre outros artistas renomados, destaca-se o excelente <strong>Paulo José</strong>.</p>
<p><strong>O Palhaço</strong>, uma produção de Vânia Catani, foi concluído em julho e apresentado pela primeira vez no Festival de Paulínia-SP, onde recebeu os prêmios “Menina de Ouro” de melhor figurino: Kika Lopes, melhor ator coadjuvante: Moacir Franco, melhor roteiro: Selton Mello e Marcelo Vindicatto, e de melhor diretor de ficção: Selton Mello. Posteriormente, sem concorrer, foi exibido nos festivais de Gramado-RS, Belo Horizonte-MG e Rio de Janeiro-RJ.<br />
Os expectadores que participaram dessas mostragens reagiram muito positivamente.</p>
<p>Para anunciar o filme, <strong>Selton</strong> gravou uma interessante entrevista pela Telecine, uma das co-produtoras, entremeada por algumas cenas&#8230; <strong>acompanhe, vale a pena!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p><object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uo6aY1nkBE4?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/uo6aY1nkBE4?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAX_Palhaço_2.jpg" alt="Making-of de O Palhaço, filme de Selton Mello" title="" width="280" height="210" class="alignleft size-full wp-image-2395" />No enredo, Benjamim (<strong>Selton Mello</strong>) e Valdemar (<strong>Paulo José</strong>) formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue, que roda as estradas do interior com a divertida trupe do Circo Esperança. O palhaço Benjamin, que nem documentos possui, entra em crise por achar que deixou de ser engraçado, e parte numa aventura atrás de um sonho. </p>
<p>No Polo Cinematográfico da cidade de Paulínia-SP, foi armado um circo de verdade, a fim de servir de set para as cenas internas do Circo Esperança. As externas foram realizadas em Jaguariúna-SP, e em Bom Jesus de Vermelho, na região serrana de Ibitipoca-MG.</p>
<p>A princípio, <strong>Selton Mello</strong> havia oferecido o papel do personagem Pangaré, a Wagner Moura e a Rodrigo Santoro, como ambos recusaram por compromissos já agendados, o próprio ator decidiu protagonizá-lo&#8230; <strong>assista o trailer!</strong><br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/H5qReKA8sD0?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/H5qReKA8sD0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object><br />
&nbsp;<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width: 0px; border-color: black; border-style: solid;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="Logotipo Saiba Que!" width="93" height="37"/> Apesar de ainda obviamente não tê-lo assistido, baseando-me apenas no que vasculhei na Internet e em minha intuição, algo me diz que o <strong>Selton</strong> acertou nesse filme. <strong>O Palhaço</strong> tem todos os ingredientes para se tornar um grande sucesso, e lhe indicar o caminho das pedras também como diretor.</span></div>
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		<title>Porquês</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 14:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
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		<description><![CDATA[Porquês não é um indivíduo sem asseio, sujo. Porquês não é a linguagem dos porcos ou suínos. Porquês também não é o gentílico de quem nasce na cidade de Porcus. Brincadeira à parte, os porquês, aos que me refiro aqui, são aqueles que ocorrem com frequencia em nossa irracional, traiçoeira e sádica língua portuguesa, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="42" height="42" class="alignright size-full wp-image-2364" /><strong>Porquês</strong> não é um indivíduo sem asseio, sujo.<br />
<strong>Porquês</strong> não é a linguagem dos porcos ou suínos.<br />
<strong>Porquês</strong> também não é o gentílico de quem nasce na cidade de Porcus.</p>
<p>Brincadeira à parte, os <strong>porquês</strong>, aos que me refiro aqui, são aqueles que ocorrem com frequencia em nossa irracional, traiçoeira e sádica língua portuguesa, e que tantas dúvidas nos causam na hora de empregá-los corretamente. São eles: <strong>porque</strong>, <strong>por que</strong>, <strong>por quê</strong> e <strong>porquê</strong>.<br />
Há, na Internet, centenas de matérias a respeito que tentam esclarecer essa questão, mas nenhuma me satisfez por completo. Nem as do famoso e competente professor Sérgio Nogueira. Decidi então desenvolver uma metodologia própria para elucidar de vez o assunto.<br />
São quatro situações distintas que as relatarei em “Casos”, as diferenciarei por “Cores”, e as solucionarei por “Regras”.<br />
No texto abaixo, uma narrativa fictícia que criei, forço o surgimento dessas quatro situações, mostrando a forma correta de se empregar cada uma das variações&#8230; <strong>leia com atenção!</strong></p>
<p><i>“Eu me casei <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> já era noivo, mas eles, se realmente eram noivos, <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> não se casaram?&#8230; cheguei até a perguntar-lhes: vocês não se casaram, <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>?&#8230; como não responderam, até hoje não sei o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span>!”</i></p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="38" height="38" class="alignleft size-full wp-image-2364" /><b>Caso 1</b>: <span class="Apple-style-span" style="color: blue;"><b>porque</b></span> (conjunção) (designa “causa” ou “explicação”)</p>
<p><i>Eu me casei <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> já era noivo&#8230;</i></p>
<p><b>Regra 1</b>: Usar <span class="Apple-style-span" style="color: blue;"><b>porque</b></span> quando pudermos substituí-lo por: <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">em razão de que</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">pelo motivo de que</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">já que</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">visto que</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">pois</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">uma vez que</span>, de forma exata, sem alterar o sentido da oração&#8230; <b>note!</b></p>
<p><i>Eu me casei <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">pois</span> já era noivo&#8230;</i></p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="38" height="38" class="alignleft size-full wp-image-2364" /><b>Caso 2</b>: <span class="Apple-style-span" style="color: red;"><b>por que</b></span> (preposição <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por</span> + pronome <span class="Apple-style-span" style="color: red;">que</span>) (designa “razão”, “motivo”, ou reflete um termo anterior)</p>
<p><i>&#8230; se realmente eram noivos, <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> não se casaram?&#8230;</i></p>
<p><b>Regra 2</b>: Usar <span class="Apple-style-span" style="color: red;"><b>por que</b></span> quando pudermos substituí-lo por: <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que razão</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que motivo</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por qual</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">pelo qual</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">pela qual</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">pelos quais</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: red;">pelas quais</span>, de forma exata, sem alterar o sentido da oração&#8230; <b>note!</b></p>
<p><i>&#8230; se realmente eram noivos, <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que motivo</span> não se casaram?&#8230;</i></p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="38" height="38" class="alignleft size-full wp-image-2364" /><b>Caso 3</b>: <span class="Apple-style-span" style="color: green;"><b>por quê</b></span> (preposição <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por</span> + substantivo <span class="Apple-style-span" style="color: green;">quê</span>) (designa “razão”, “motivo”)</p>
<p><i>&#8230; vocês não se casaram, <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>?&#8230;</i></p>
<p><b>Regra 3</b>: Usar <span class="Apple-style-span" style="color: green;"><b>por quê</b></span> (em fim de frase, em pausa forte, ou locução), quando pudermos substituí-lo por: <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por que razão</span> &#8211; <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por que motivo</span>, de forma exata, sem alterar o sentido da oração&#8230; <b>note!</b></p>
<p>&#8230; vocês não se casaram, <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por que razão</span>?&#8230;</p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="38" height="38" class="alignleft size-full wp-image-2364" /><b>Caso 4</b>: <span class="Apple-style-span" style="color: brown;"><b>porquê</b></span> (substantivo = causa, razão, motivo)</p>
<p><i>&#8230; como não responderam, até hoje não sei o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span>!</i></p>
<p><b>Regra 4</b>: Usar <span class="Apple-style-span" style="color: brown;"><b>porquê</b></span> (normalmente precedido pelo artigo <b>o</b> ou <b>um</b>), quando pudermos substituí-lo por: <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">motivo</span>, de forma exata, sem alterar o sentido da oração&#8230; <b>note!</b></p>
<p><i>&#8230; como não responderam, até hoje não sei o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">motivo</span>!</i></p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_1.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="42" height="42" class="alignright size-full wp-image-2364" />A seguir, vários exemplos de emprego correto envolvendo os quatro casos, com os devidos esclarecimentos entre parênteses&#8230; <b>confira!</b></p>
<p><i>Concordei <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> fizeram uma boa proposta.</i>  (pois)<br />
<i>Estão passando por este drama <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> foram teimosos.</i>  (em razão de que)<br />
<i>Ele viajou <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> foi chamado para assinar contrato.</i>  (pois)<br />
<i>Ele não foi <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> estava muito atarefado.</i>  (pelo motivo de que)<br />
<i>Abra a janela <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> o calor está insuportável.</i>  (já que)<br />
<i>Ele deve estar em casa <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> a luz está acesa.</i>  (visto que)<br />
<i>O advogado não compareceu à reunião <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> está doente.</i>  (uma vez que)<br />
<i>Ela sobrevive <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">porque</span> é muito persistente.</i>  (visto que)</p>
<p><i><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Por que</span> ainda não assinaram o contrato?</i>  (por que razão)<br />
<i>Foi uma dificuldade <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> não imaginavam passar.</i>  (pela qual)<br />
<i>Quero saber <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> ainda não assinaram o contrato.</i>  (por que razão)<br />
<i>Não sei <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> motivo ele foi demitido.</i>  (por qual)<br />
<i><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Por que</span> você não foi?</i>  (por que motivo)<br />
<i>Ninguém conhecia ao certo o ideal <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> lutavam.</i>  (pelo qual)<br />
<i>Gostaria de saber <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> você não foi.</i>  (por que motivo)<br />
<i>Só eu sei as esquinas <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> passei.</i>  (pelas quais)<br />
<i>Não sei <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> ele não veio.</i>  (por que motivo)<br />
<i>São regalias <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> todos lutam para obter.</i>  (pelas quais)<br />
<i><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Por que</span> parou?</i>  (por que razão)<br />
<i>Não conheciam os caminhos <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> trilhei.</i>  (pelos quais)<br />
<i>Ele não tinha <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> fazer isso.</i>  (por que motivo)<br />
<i>É um drama <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> muitos passam.</i>  (pelo qual)<br />
<i>Desconheço os motivos <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> a viagem foi adiada.</i>  (pelos quais)<br />
<i>Não sei <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> razão o advogado não lhe processou.</i>  (por qual)<br />
<i>Morou na rua <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> passei dias atrás.</i>  (pela qual)<br />
<i>Não sei <span class="Apple-style-span" style="color: red;">por que</span> a análise ainda não foi feita.</i>  (por que razão)</p>
<p><i>Não retornaram <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>?</i>  (por que motivo &#8211; fim de frase)<br />
<i>Se ele mentiu, quero saber <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>.</i>  (por que motivo &#8211; fim de frase)<br />
<i>Quero saber onde, quando e <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>.</i>  (por que razão &#8211; fim de frase)<br />
<i>Ele quer saber <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>, onde e quando.</i>  (por que razão &#8211; pausa forte)<br />
<i><span class="Apple-style-span" style="color: green;">Por quê</span>? <span class="Apple-style-span" style="color: green;">Por quê</span>? Repetia inconsolável a mãe.</i>  (por que razão &#8211; locução)<br />
<i>Parou <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span></i>?  (por que razão &#8211; fim de frase)<br />
<i>Ele não viajou <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>?</i>  (por que motivo &#8211; fim de frase)<br />
<i>Eu não sei <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>, mas eles se separaram.</i>  (por que motivo &#8211; pausa forte)</p>
<p><i>Não sei o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> da sua intolerância.</i>  (o motivo)<br />
<i>Queremos um <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> para tudo isso.</i>  (um motivo)<br />
<i>Ela não sabe o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> da nossa recusa.</i>  (o motivo)<br />
<i>Um <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> para sua exclusão é o que ele exige.</i>  (um motivo)<br />
<i>Queria entender o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> da sua atitude.</i>  (o motivo)<br />
<i>A professora quer um <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> para tantos atrasos.</i>  (um motivo)<br />
<i>Ele quer saber o <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> da sua demissão.</i>  (o motivo)<br />
<i>O <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> da reprovação ficou sem resposta.</i>  (o motivo)<br />
<i>Ele não tinha <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> para fazer isso.</i>  (motivo &#8211; sem artigo)<br />
<i>Esse <span class="Apple-style-span" style="color: brown;">porquê</span> não a convencera.</i>  (motivo &#8211; sem artigo)</p>
<p><i><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Por que</span> você estuda? <span class="Apple-style-span" style="color: blue;">Porque</span> gosto de aprender.</i>  (por que razão) (em razão de que)<br />
<i><span class="Apple-style-span" style="color: red;">Por que</span> parou? Parou <span class="Apple-style-span" style="color: green;">por quê</span>?</i>  (por que razão) (por que razão &#8211; fim de frase)</p>
<hr/>
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAW_Porquês_2.png" alt="Luís Vaz de Camões" title="" width="230" height="250" class="alignright size-full wp-image-2365" /><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width: 0px; border-color: black; border-style: solid;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="Logotipo Saiba Que!" width="93" height="37"/> Como deve ter notado, essa figurinha que nos acompanhou nessa desvairada viagem gramatical, é a de <b>Luís Vaz de Camões</b>, o maior expoente do nosso idioma. <b>Camões</b> está para a língua portuguesa assim como <b>Shakespeare</b> está para a inglesa, ambos, poetas contemporâneos do século XVI.<br />
Sua mais importante obra poética, <b>Os Lusíadas</b>, considerada a epopeia portuguesa por excelência, foi publicada pela primeira vez em 1572, no período literário do classicismo. A ação central é a descoberta do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, à volta da qual se vão descrevendo outros episódios da história de Portugal, glorificando seu povo. Pode-se afirmar que essa obra é a mãe de todas as obras da literatura portuguesa.<br />
Não posso assegurar que <b>Camões</b> tenha utilizado tal fartura de <b>porquês</b> em seus escritos, mas, mesmo após tantas reformas ortográficas, continuamos obrigados a conviver com tamanho absurdo, um acinte à inteligência&#8230; e não me pergunte o <b>porquê</b>!</span></div>
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		<title>A 3ª Mulher Mais Poderosa</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 16:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<description><![CDATA[Dilma Vana Rousseff, atualmente com 63 anos de idade, nasceu em Belo Horizonte, MG, em 14 de dezembro de 1947. É uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores &#8211; PT, e a atual Presidenta do Brasil. Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a Chefia do Ministério de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;" border="0"><img class="alignnone size-full wp-image-1939" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAV_Poderosa_1.jpg" alt="Presidenta Dilma Rousseff" width="279" height="419"/></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><strong>Dilma Vana Rousseff</strong>, atualmente com 63 anos de idade, nasceu em Belo Horizonte, MG, em 14 de dezembro de 1947. É uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores &#8211; PT, e a atual <strong>Presidenta do Brasil</strong>. Durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu a Chefia do Ministério de Minas e Energia, e posteriormente, da Casa Civil. Em 2010, foi escolhida pelo PT para se candidatar à Presidência da República, sendo que o resultado do segundo turno da eleição, em 31 de outubro, fez dela a primeira mulher a ser eleita para o posto de Chefe de Estado e de Governo, em toda a história do Brasil.<br />
Formada em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a católico-romana <strong>Dilma Rousseff</strong>, hoje divorciada, foi casada duas vezes: com Cláudio Galeno de Magalhães Linhares entre 1967 e 1969, e com Carlos Franklin Paixão de Araújo, de 1969 a 2000. Desse segundo relacionamento nasceu sua única filha, Paula Rousseff Araújo, que recentemente lhe brindou com seu primeiro neto, Gabriel Rousseff Covolo.<br />
Nascida em família de classe média alta, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, integrou organizações que defendiam a luta armada contra o regime militar, como o Comando de Libertação Nacional &#8211; COLINA e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares &#8211; VAR/Palmares. Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Operação Bandeirante &#8211; Oban, onde teria passado por sessões de tortura e, posteriormente, no Departamento de Ordem Política e Social &#8211; DOPS.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;" border="0"><img class="alignnone size-full wp-image-1901" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAV_Poderosa_2.jpg" alt="Dilma Rousseff com o neto" width="279" height="326"/></div>
<p>Reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul onde junto a Carlos Araújo, seu companheiro por mais de trinta anos, ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista &#8211; PDT e participou ativamente de diversas campanhas eleitorais. Exerceu o cargo de Secretária Municipal da Fazenda de Porto Alegre de 1985 a 1988, no governo Alceu Collares. De 1991 a 1993 foi Presidenta da Fundação de Economia e Estatística e, mais tarde, foi Secretária Estadual de Minas e Energia, de 1999 a 2002, tanto no governo de Alceu Collares como no de Olívio Dutra, no meio do qual se filiou ao PT em 2001.<br />
Em 2002, participou da equipe que formulou o plano de governo de Luiz Inácio Lula da Silva para a área energética. Posteriormente, nesse mesmo ano, foi escolhida para ocupar o Ministério de Minas e Energia, onde permaneceu até 2005, quando foi nomeada Ministra-Chefe da Casa Civil, em substituição a José Dirceu, que renunciara ao cargo após o chamado escândalo do “Mensalão”.<br />
<strong>Dilma Rousseff</strong> é a 36ª Presidente do Brasil, seu mandato de quatro anos iniciou-se em 1º de janeiro de 2011, assim como o do Vice-Presidente Michel Temer.<br />
Em poucos meses já vem mostrando grande competência e firmeza de governo. Dados divulgados na última sexta-feira pela Pesquisa CNI/Ibope mostram que aumentou de 48% para 51% o percentual de entrevistados que consideram o desempenho do governo <strong>Dilma Rousseff</strong> ótimo ou bom. Além disso, a aprovação da <strong>Presidenta</strong> aumentou quatro pontos percentuais, passando de 67% para 71%, de julho para setembro.</p>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;" border="0"><img class="alignnone size-full wp-image-1940" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/10/AAV_Poderosa_3.jpg" alt="Dilma Rousseff na ONU" width="320" height="228"/></div>
<p>No mês passado, <strong>Dilma</strong> se tornou a primeira mulher da história a abrir a Assembleia-Geral da ONU.<br />
Em agosto, <strong>Rousseff</strong> foi apontada pela tradicional revista americana <strong>Forbes</strong>, entre 200 nomes pré-selecionados, como a <strong>terceira mulher mais poderosa do planeta</strong>. Só foi superada pela Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e pela Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, mas ficou à frente de muitas outras importantes.<br />
Veja a lista das dez mulheres mais poderosas do mundo, segundo a <strong>Forbes</strong>:<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
&nbsp; 1ª &#8211; <strong>Angela Merkel</strong>, Chanceler, Alemanha<br />
&nbsp; 2ª &#8211; <strong>Hillary Clinton</strong>, Secretária de Estado, USA<br />
&nbsp; 3ª &#8211; <span style="color: #ff0000;"><strong>Dilma Rousseff</strong></span>, Presidenta, Brasil<br />
&nbsp; 4ª &#8211; <strong>Indra Nooyi</strong>, Diretora-Executiva da PepsiCo, USA<br />
&nbsp; 5ª &#8211; <strong>Sheryl Sandberg</strong>, Diretora-Operacional da Facebook, USA<br />
&nbsp; 6ª &#8211; <strong>Melinda Gates</strong>, Co-Presidente da Fundação Bill &amp; Melinda Gates, USA<br />
&nbsp; 7ª &#8211; <strong>Sonia Ghandi</strong>, Presidenta, Índia<br />
&nbsp; 8ª &#8211; <strong>Michelle Obama</strong>, Primeira-Dama, USA<br />
&nbsp; 9ª &#8211; <strong>Christine Lagarde</strong>, Diretora-Geral do Fundo Monetário Internacional, França<br />
10ª &#8211; <strong>Irene Rosenfeld</strong>, Diretora-Executiva da Kraft Foods, USA</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> Lamentavelmente, não obstante tudo isso, <strong>Dilma Rousseff</strong>, assim como Lula, sofreu e continua sofrendo forte rejeição e preconceito, inclusive entre as mulheres, de alas mais radicais de direita, menos nacionalistas ou pseudo-aristocráticas, da sociedade brasileira.</span></div>
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		<title>ANA – Que Avião!</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 01:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Boeing, tradicional fábrica americana de aviões, enfim entregou de forma oficial na última segunda-feira, sua primeira aeronave modelo 787 Dreamliner (Avião dos Sonhos) à companhia aérea japonesa ANA &#8211; All Nippon Airways, com mais de três anos de atraso. O Dreamliner originalmente tinha sido programado para ser entregue em abril de 2008, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;">A <strong>Boeing</strong>, tradicional fábrica americana de aviões, enfim entregou de forma oficial na última segunda-feira, sua primeira aeronave modelo <strong>787 Dreamliner</strong> (Avião dos Sonhos) à companhia aérea japonesa <strong>ANA &#8211; All Nippon Airways</strong>, com mais de três anos de atraso.<br />
O <strong>Dreamliner</strong> originalmente tinha sido programado para ser entregue em abril de 2008, mas a <strong>Boeing</strong> sofreu uma série de reveses, o mais recente, um incêndio a bordo em voos de teste em janeiro.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAU_ANA_1.jpg" alt="" title="" width="533" height="398" class="aligncenter size-full wp-image-1861" /><br />
A aeronave foi entregue ao presidente da <strong>ANA</strong>, Shinichiro Ito, pelo chefe da divisão comercial da empresa, Jim Albaugh, em uma cerimônia em Everett, Washington, onde também esteve presente seu presidente e chefe-executivo, James McNerney, que desculpou-se pelo atraso no projeto <strong>787</strong>.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAU_ANA_2.jpg" alt="" title="" width="586" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-1857" /><br />
Os problemas com o <strong>Dreamliner</strong> arranharam um pouco a reputação da <strong>Boeing</strong>, mas a empresa espera que a partir dos primeiros vôos regulares isso se reverta a favor.<br />
No vídeo abaixo, o <strong>787</strong> da <strong>ANA</strong> decolando para Tóquio na terça-feira passada, e como a AFPTV / CBS noticiou o evento&#8230; <strong>acompanhe!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-Hp7WNNQAwM?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/-Hp7WNNQAwM?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object></p>
<p>&nbsp;<br />
O <strong>Dreamliner</strong> é o primeiro avião de porte médio com autonomia para realizar rotas de longo alcance. Consome 20% menos combustível que os atuais de tamanho similar, pois é fabricado com materiais compostos mais leves como, por exemplo, a fibra de carbono. Possui janelas mais amplas, melhor pressurização, ar mais limpo e úmido, que sem combinam para que os passageiros cheguem a seu destinos mais revigorados. A versão do modelo <strong>787</strong> com mais assentos é a <strong>787-9</strong>, para um máximo de 290 passageiros, no entanto ela é muito menor que a correspondente do modelo 747.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAU_ANA_3.jpg" alt="" title="" width="412" height="549" class="aligncenter size-full wp-image-1858" /><br />
Até agora a <strong>Boeing</strong> tem 821 pedidos para o <strong>Dreamliner</strong>, que vem sendo montado num ritmo de 2,5 aviões por mês, mas a partir 2013 a empresa planeja elevar sua produção mensal para 10 unidades. Ela acredita numa crescente popularidade do modelo junto às companhias aéreas, entre outros motivos, por sua versatilidade de pousar em pequenos aeroportos.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAU_ANA_4.jpg" alt="" title="" width="586" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-1859" /><br />
A <strong>ANA</strong> pretende começar a operar seu primeiro <strong>787</strong> numa rota doméstica entre Tóquio, Hiroshima e Okayama, em meados de outubro, e em seguida, colocar o avião a serviço internacional em vôos de Tóquio a Frankfurt, na Alemanha, no início de 2012.<br />
&nbsp;<br />
&nbsp;<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> A rival européia da <strong>Boeing</strong>, a Airbus, hoje a maior empresa do mundo no setor, está desenvolvendo um concorrente direto para o <strong>787</strong>, o Airbus A350 XWB.<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAU_ANA_5.jpg" alt="" title="" width="600" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-1860" />A Airbus já possui mais de 550 pedidos para o A350 XWB, mas o plano dela não é colocá-lo em serviço antes de 2013.</span></div>
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		<title>De Onde Vem o Papel?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 18:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algumas semanas atrás publiquei uma matéria sobre o vidro, “De Onde Vem o Vidro?”, mostrando um dos 20 vídeos didáticos do programa “De Onde Vem?” da TV Escola do Ministério da Educação. Havia prometido continuar mostrando os demais. Pois bem, aqui apresento outro! Desta vez escolhi um que mostra como é produzida a celulose [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;">Há algumas semanas atrás publiquei uma matéria sobre o vidro, “De Onde Vem o Vidro?”, mostrando um dos 20 vídeos didáticos do programa “De Onde Vem?” da TV Escola do Ministério da Educação. Havia prometido continuar mostrando os demais. Pois bem, aqui apresento outro!<br />
Desta vez escolhi um que mostra como é produzida a <strong>celulose</strong> e a <strong>fabricação do papel</strong>.<br />
Assim como o vidro, o <strong>papel</strong> está sempre presente em várias de nossas ações diárias. É desnecessário falar de sua importância, e por isso mesmo, é sempre bom aprender um pouco mais sobre o tema.<br />
Como o outro vídeo, ele se alterna entre filme e animação, e apesar de ter um roteiro aparentemente infantil, é muito bem elaborado, tem conteúdo, e é acessível também para adultos.<br />
A esperta e curiosa Kika e seu inseparável amiguinho Guto, personagens animados, são presenças constantes nessa série. Sempre querendo entender a origem das coisas, ela conduz o espectador ao aprendizado, de forma muito inteligente.<br />
É sempre bom aprender algo mais ou relembrar o que já se sabe&#8230; <strong>assista!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jqty_zMgQRM?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/jqty_zMgQRM?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object></p>
<p>&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAT_Papel_1.jpg" alt="" title="" width="295" height="200" class="alignnone size-full wp-image-1837" /><img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAT_Papel_2.jpg" alt="" title="" width="295" height="200" class="alignright size-full wp-image-1834" /><br />
<img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> Atualmente o Brasil é referência mundial na fabricação de <strong>papel</strong> e <strong>celulose</strong>. Reconhecido até pelos concorrentes, nenhum país tem trabalhado tão bem esse segmento como o nosso, principalmente na última década, que em poucos anos só não será líder de mercado se não quiser. Ele se encontra na quarta posição no ranking de produção de <strong>celulose</strong>, um pouco atrás do Canadá, mas longe ainda do que produz os Estados Unidos e a China, mas esse cenário deve mudar, pois em todos os aspectos analisados nosso país está melhor: investimentos, crescimento, pesquisas, aperfeiçoamentos genéticos, manejo de mudas e plantio, produtividade, capacitação profissional e sustentabilidade, entre outros. Nossa produção de <strong>papel</strong> e <strong>celulose</strong> é 100% proveniente de florestas plantadas.<br />
A Fibria, uma recente fusão da tradicional Aracruz com a Votorantin e com participação do BNDS, tornou-se a líder global no mercado de <strong>celulose</strong> branqueada de eucalipto, com uma receita líquida anual estimada em R$ 6 bilhões. Antes disso, a Aracruz já era a única empresa do setor florestal no mundo a estar na lista de empresas do Índice Dow Jones de Sustentabilidade, o DJSI World, 2007/2008, da Bolsa de Valores de Nova York, que destaca as melhores práticas em sustentabilidade corporativa e que, por conseguinte, promove e recomenda suas ações de longo prazo.<br />
Na contramão disso, e sem ter a certeza de afirmar que é de todo ruim, curiosamente, o brasileiro é um dos povos que menos usa <strong>papel</strong>. Seu consumo aparente per capita é um dos menores entre os países desenvolvidos ou emergentes, em torno de 45 Kg/ano.</span></div>
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		<title>Os Beatles da Internet – Parte III</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 23:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Graças aos trabalhos realizados por nossos dois personagens anteriores, Tim Berners-Lee e Bill Gates, a Internet passou a se difundir muito rapidamente a partir de 1995. A interligação entre computadores na rede cresceu tanto que começou a surgir uma nova necessidade&#8230; como localizá-los de forma eficiente, como achar as pessoas, os assuntos, as informações, outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;">Graças aos trabalhos realizados por nossos dois personagens anteriores, <strong>Tim Berners-Lee</strong> e <strong>Bill Gates</strong>, a <strong>Internet</strong> passou a se difundir muito rapidamente a partir de 1995. A interligação entre computadores na rede cresceu tanto que começou a surgir uma nova necessidade&#8230; como localizá-los de forma eficiente, como achar as pessoas, os assuntos, as informações, outros diretórios e arquivos.<br />
Já existiam aplicativos para facilitar essa tarefa como o Altavista e o Yahoo! Search, porém suas respostas não eram tão satisfatórias entre os usuários, que ofereciam certa resistência em empregá-los de forma habitual.<br />
A grande mudança veio somente em 1998 com o surgimento do Google Search, e com ele, e por eles&#8230; <strong>Larry Page</strong> e <strong>Sergey Brin</strong> entram em cena e em nossa história.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Larry Page e Sergey Brin</strong><br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAS_Parte-III_1.gif" alt="" title="" width="600" height="540" class="aligncenter size-full wp-image-1812" /><br />
Esses dois, enquanto estudantes de doutorado da Universidade Stanford, na Califórnia, USA, em 1996, desenvolveram um motor de busca ou buscador que iria revolucionar definitivamente as pesquisas e alavancar de vez a <strong>Internet</strong>. Os buscadores convencionais exibiam resultados classificados pela contagem de quantas vezes os termos de busca apareciam na primeira página, formando dessa forma um índice por categorias. <strong>Page</strong> e <strong>Brin</strong>, os “Google Guys”, criaram um sistema que utilizava complexos algoritmos para analisar as relações entre os sites. Eles chamaram esta nova tecnologia de PageRank, onde a relevância de um site era determinada pelo número de páginas, bem como pela importância dessas páginas, que apontavam ao site analisado.<br />
Nascia dessa forma então a Google, fundada pela dupla, uma junção curiosa e pouco provável entre um americano, <strong>Lawrence Edward Page</strong>, e um russo, <strong>Sergey Mihailovich Brin</strong>, ambos atualmente com 38 anos, responsável por mais de 90% das consultas da <strong>Internet</strong>. Seu website é o mais visitado e sua marca a mais poderosa do mundo.<br />
Principalmente à sua incrível capacidade de aperfeiçoamento, deve-se, o sucesso da Google. Quanto mais os usuários usavam aquela barra de busca, mais se esmerava, e com os aprimoramentos, um contingente cada vez maior de usuários retornava à pagina&#8230; como uma bola-de-neve! Gradativamente, isso começou a gerar uma “googlemania” e posteriormente, eu diria, uma “googledependência”. O que era a princípio uma simples barra de pesquisa, transformou-se numa janela de respostas a todas as nossas dúvidas&#8230; um imprescindível “personal-robot” virtual&#8230; o faz-tudo!<br />
Por isso não tenho dúvidas em fechar essa trilogia com eles, pois a importância da Web em nossas vidas não provem somente do simples fato dela existir, mas também de como conseguimos localizar e usar as informações nela armazenadas em nosso benefício. É bom lembrar ainda que o trabalho dos “Google Guys” inspirou outros garotos a se aventurar como promissores empresários do universo virtual, como, por exemplo, os de redes sociais.<br />
Por introduzir vibração, intensidade e ritmo à <strong>Internet</strong>, identificamos essa dupla como os últimos integrantes dos <strong>Beatles</strong> fictícios, assim&#8230; <strong>Larry Page</strong> como o nosso <strong>George Harrison</strong> e, completando a banda, <strong>Sergey Brin</strong> como <strong>Ringo Starr</strong>.<br />
O porquê dessa ordem?&#8230; ora, <strong>Larry Page</strong> já lembra nome de guitarrista, mas com todo o respeito à memória do talentoso <strong>Harrison</strong>, me refiro ao maior solista da história do rock, ainda vivo, Jimmy Page, do Led Zeppelin, já que há muito Hendrix se foi. O russo <strong>Sergey Brin</strong>, ainda que com cidadania americana, numa banda inglesa só poderia terminar mesmo como baterista!<br />
Ficção e brincadeiras à parte, devo salientar que as personalidades aqui desfiladas são ícones da humanidade e intrinsecamente, não têm pátria, são cidadãos do mundo, são homens de lugar nenhum, são&#8230; nowhere men!<br />
Para homenageá-los, pincei o vídeo abaixo que mostra uma apresentação histórica dos <strong>Beatles</strong> em 1966, em Munique, na Alemanha. Deve-se assisti-lo com olhos e ouvidos menos críticos, em razão das precárias condições técnicas da época, fixando-se na pureza e beleza da melodia, na deliciosa hormonização vocal, no talento e no carisma deles&#8230; a música?&#8230; “Nowhere Man”&#8230; <strong>acompanhe!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6FxX5JHvAiM?version=3"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/6FxX5JHvAiM?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="600" height="390"></object></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> Muitos internautas não fazem ideia que a barra de busca da Google pode executar muito mais que pesquisas. Cálculos matemáticos e científicos dos mais simples aos mais complexos, ou conversões entre medidas, podem ser realizados com facilidade. Veja a seguir somente alguns exemplos.<br />
&nbsp;<br />
<img src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/09/AAS_Parte-III_2.gif" alt="" title="" width="521" height="237" class="aligncenter size-full wp-image-1810" />O buscador da Google é capaz de dar respostas satisfatórias a quase tudo que se pergunta, é impressionante&#8230; beira a perfeição!</span></div>
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		<title>Os Beatles da Internet – Parte II</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 04:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O segundo integrante de nossa ficção, também tem 56 anos, também possui o título nobiliário da Cavalaria Imperial Britânica, só não devemos tratá-lo por “Sir”, já que é americano, de Seattle. Entretanto, é um “pouquinho” mais rico e famoso que Tim-Berners-Lee. William Henry Gates III, o magnata Bill Gates, é uma das figuras mais conhecidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;">O segundo integrante de nossa ficção, também tem 56 anos, também possui o título nobiliário da Cavalaria Imperial Britânica, só não devemos tratá-lo por “Sir”, já que é americano, de Seattle. Entretanto, é um “pouquinho” mais rico e famoso que <strong>Tim-Berners-Lee</strong>.<br />
<strong>William Henry Gates III</strong>, o magnata <strong>Bill Gates</strong>, é uma das figuras mais conhecidas do planeta, e seu nome, um dos mais citados. Fundador da Microsoft, a maior empresa de software do mundo em termos de valor de mercado, onde ocupa atualmente o cargo de presidente não-executivo, é classificado regularmente como a pessoa mais rica do mundo, posição ocupada por ele de 1995 a 2007, e em 2009. É um dos pioneiros na revolução do computador pessoal.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Bill Gates</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1408" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/08/AAR_Parte-II.jpg" alt="" width="600" height="540" /></p>
<p>Gênio e visionário, ele andou na contramão, numa época onde todos investiam em hardware, ao apostar no mercado de software. Se o computador tem cara, ela é a do <strong>Bill Gates</strong>, a da Microsoft, desde a primeira versão do sistema operacional MS-DOS à última do Windows.<br />
Os usuários olhavam para aquela tela preta com um “underline” piscando pra eles no canto esquerdo e se perguntavam&#8230; xi!&#8230; e agora?&#8230; o que fazer?&#8230; era a tal “linha ou prompt de comando”. Sabíamos que havia um mundo de recursos a ser explorado ali à nossa frente, mas parecíamos reclusos numa casa lacrada e cheia de dúvidas. A genialidade de <strong>Bill Gates</strong> libertou-nos desse ambiente e nos ensinou que era possível acessar esse universo através de “janelas”&#8230; Windows!<br />
Esse, como eu, convicto agnóstico criava assim uma interface gráfica tão bem idealizada, que virou referência por décadas e, por mais que tenha sido repaginada, perdura até hoje como modelo.<br />
Ele anteviu e acreditou como ninguém no futuro da <strong>Internet</strong>, na revolução das comunicações e nas transformações sociais que adviriam com ela. Investiu pesado, tanto em hardware como em software, para criar condições favoráveis à sua implementação e propagação, e ao pensar dessa forma, não por acaso, amealhou a fortuna que possui.<br />
Falar da importância de <strong>Bill Gates</strong> para a informática como um todo, para a <strong>Internet</strong>, e para a humanidade é redundância.<br />
Por essa sua agilidade e capacidade de transformar idéias em sucesso financeiro, fica então eleito como o <strong>Paul MacCartney</strong> da nossa banda fictícia.<br />
Se ainda não relatei argumentos suficientes para estabelecer tal afinidade, é bom lembrar que o ex-beatle, Sir <strong>James Paul McCartney, </strong>entre outras tantas qualidades, detém uma das maiores fortunas da Inglaterra, e é também apontado como o músico pop mais rico da história.<br />
Escolhi, para ilustrar um pouco do talento de <strong>Paul</strong>, a que considero sua melhor composição solo&#8230; “The long and winding road”&#8230; ainda que tenha sido creditada à dupla <strong>Lennon/MacCartney</strong>.<br />
Sempre achei que a poesia dessa música se referia a um relacionamento amoroso, um tanto estremecido, entre duas pessoas. Mas, para minha surpresa, como o próprio <strong>Paul</strong> confirmaria mais tarde, tratava-se de um desafogo pessoal diante do conturbado momento por que passava <strong>The Beatles</strong> à época, e que culminou, infelizmente, com a dissolução da banda em 1970.<br />
Isso fica muito claro no clip abaixo, gravado em estúdio. Os semblantes do quarteto, a presença de Yoko, a atmosfera e o ritmo melancólico, denotam de forma inequívoca o clima de fim de festa. Só não sei informar quem é o intruso tecladista que participa da gravação. Este foi o último single gravado pelo grupo.<br />
<em>“A longa e sinuosa estrada / que leva até sua porta / jamais desaparecerá / eu já vi esta estrada antes / ela sempre me traz até aqui / conduz-me até sua porta”&#8230; </em><strong>acompanhe e atente aos detalhes!</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px;" width="600" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nC9Vt1xQ5Kw?version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed style="height: 390px; width: 600px;" width="600" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/nC9Vt1xQ5Kw?version=3" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> Há muitos anos <strong>Bill Gates</strong>, através da Fundação Bill &amp; Mellinda Gates que mantém com sua esposa, vem gastando fortunas em ações filantrópicas de todas as ordens, até para não voltar a ocupar a posição de homem mais rico do mundo, visto que, declaradamente, não sente nenhum prazer nisso.<br />
Agora, pasme!&#8230; o mais recente projeto anunciado pela entidade, é o desenvolvimento de um vaso sanitário&#8230; isso mesmo!&#8230; uma privada!&#8230; ecologicamente correta.<br />
A idéia é atender 2,6 bilhões de pessoas pobres que não tem acesso ao sanitário, evitando a contaminação do solo e da água, a proliferação de doenças, contribuindo assim para a redução da mortalidade infantil. Serão utilizadas tecnologias de última geração e se tudo correr como planejado, a nova privada deixará de usar água encanada, rede de esgoto, energia elétrica, e os dejetos serão transformados em energia, água limpa e nutrientes.<br />
Bom, em se tratando de <strong>Bill Gates</strong> e de sua vocação ao êxito, podemos afirmar que daqui alguns anos&#8230; desculpe a linguagem chula!&#8230; nunca mais correremos o risco de ficar na merda!</span></div>
<p><div class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><em><strong>Esse artigo continua na próxima postagem, com a parte III dessa trilogia!</strong></em></span></span></div></p>
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		<title>Os Beatles da Internet – Parte I</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 17:37:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aníbal Fernandes Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O registro histórico das transformações por que passa nossa sociedade sempre foi adornado com rótulos. Dessa forma, fica mais fácil para ser assimilado. No que tange às descobertas ou invenções, por exemplo, diz-se&#8230; esse é “o pai da aviação”&#8230; aquele é “o inventor do rádio”&#8230; ela foi “a primeira”&#8230; ele “quem descobriu”&#8230; e assim por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;">O registro histórico das transformações por que passa nossa sociedade sempre foi adornado com rótulos. Dessa forma, fica mais fácil para ser assimilado.<br />
No que tange às descobertas ou invenções, por exemplo, diz-se&#8230; esse é “o pai da aviação”&#8230; aquele é “o inventor do rádio”&#8230; ela foi “a primeira”&#8230; ele “quem descobriu”&#8230; e assim por diante.<br />
Na verdade, por trás de qualquer criação há inúmeras cabeças e mãos envolvidas, antes e durante o evento. E também, é difícil indicar com exatidão, onde, quando e como se iniciou.<br />
Com a <strong>Internet</strong>, que considero o mais importante vetor de transformação social de todos os tempos, não poderia ser diferente.<br />
Sob essa luz e numa trilogia, vou elencar os personagens que, em minha opinião, são seus mais significativos ícones.<br />
E já que estamos falando de rótulos e ícones, vamos estabelecer, de forma meramente figurativa, uma linha analógica deles com os <strong>Beatles</strong>. Eles, “os reis do iê-iê-iê”, também suscitaram, de forma indelével, profundas mudanças comportamentais no último século.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Tim Berners-Lee</strong><br />
&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-1404" title="" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/08/AAQ_Parte-I.jpg" alt="" width="600" height="540" /></p>
<p>A esse físico londrino, hoje com 56 anos, é creditada a invenção da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), popularmente denominada <strong>Internet</strong> . Fez a primeira proposta para sua criação em março de 1989. Em dezembro de 1990, implementou a primeira comunicação bem-sucedida entre um cliente HTTP e um servidor. Construiu e colocou online, em agosto de 1991, o primeiro website, inicialmente só com página de texto, que oferecia, entre outras coisas, explicações sobre o que era a World Wide Web, como alguém poderia criar um navegador, e como instalar e configurar um servidor web.<br />
Antes disso, de certo modo a <strong>Internet</strong> já existia, meio intramuros, um misto de intranet e extranet, em uso restrito às cúpulas governamentais, seus serviços de segurança e inteligência, autarquias, instituições científicas, etc&#8230; mas foi <strong>Tim Berners-Lee</strong> quem deu os passos mais importantes para sua popularização.<br />
Em 1994, fundou o World Wide Web Consortium, composto por empresas que estavam dispostas a criar normas e recomendações para melhorar a qualidade da Web. <strong>Berners-Lee</strong> deixou sua ideia disponível livremente, sem patente e sem royalties devidos. Seguindo essa linha, a associação decidiu que suas normas deveriam ser baseadas em tecnologia livre de royalties, de modo que pudessem ser facilmente adotadas por qualquer um.<br />
Sir <strong>Timothy John Berners-Lee</strong> foi também uma das vozes pioneiras a favor da neutralidade da rede, manifestou a opinião de que os provedores deveriam fornecer conectividade sem restrições. Não deveriam controlar, nem monitorar, as atividades dos navegadores dos clientes, sem o seu consentimento expresso.<br />
Isso precisa servir de alerta aos grandes geradores de acesso, uma vez que, atualmente, não têm seguido tais recomendações.<br />
Esse cavaleiro imperial, que habituou-nos a utilizar aqueles famosos “três dabliozinhos”&#8230; “www”&#8230; constantemente presentes em nossa comunicação, seria então, no exercício de similaridade proposto, o <strong>John Lennon</strong> da <strong>Internet</strong>. Assim como o líder dos <strong>Beatles</strong>, ele foi o idealizador, o precursor, o cabeça desse processo. Da mesma forma, seus semelhantes ideais filosóficos incluem manifesto cunho social e forte apelo popular.<br />
Para melhor salientar isso, assista o clip abaixo, com legendas em português, onde <strong>John Lennon</strong> canta “Imagine” ladeado por Yoko Ono.<br />
Atente para sua poesia, principalmente em sua parte final, onde profetiza<em>&#8230; “Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo. Você pode dizer que sou um sonhador, mas não sou o único. Espero que um dia você se junte a nós. E o mundo será como um só”.</em><br />
Isso, em 1971&#8230; <strong>acompanhe!</strong><br />
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<p style="text-align: center;"><object style="height: 390px; width: 600px;" width="600" height="390" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AwFT9vS3oeo?version=3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed style="height: 390px; width: 600px;" width="600" height="390" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/AwFT9vS3oeo?version=3" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-372" style="margin-top: -1px; margin-bottom: -1px;" src="http://saibaque.com/wp-content/uploads/2011/05/saibaque_logo_93_37.png" alt="" width="93" height="37" /> Recentemente, <strong>Tim Berners-Lee</strong> foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, a música “Imagine” de <strong>John Lennon</strong> foi eleita entre as três melhores, e apontada como o maior hino à paz, de todos os tempos.</span></div>
<p><div class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 10.5pt; line-height: 100%;"><em><strong>Esse artigo continua na próxima postagem, com a Parte II dessa trilogia!</strong></em></span></span></div></p>
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