Para se proteger, os bancos têm instalado principalmente em São Paulo, dispositivos antifurto que mancham as cédulas do caixa eletrônico atacado. Essas notas apresentam manchas intensas de cor rósea, que podem cobrir uma grande área da cédula ou apenas as laterais. De acordo com o Banco Central há cerca de 75 mil cédulas manchadas em circulação.
Você deve ficar atento às características das notas de real e recusar o recebimento de cédulas danificadas. Elas não terão mais validade, independentemente do tamanho da mancha de tinta. Ontem, o BC anunciou que não irá mais ressarcir o cidadão que receber uma cédula danificada.

Caso você receba uma nota suspeita de ter sido danificada pelo dispositivo antifurto, a orientação é entregá-la a uma agência bancária, que irá remeter o dinheiro ao BC para análise. Ao entregar a nota, você deverá informar o número do CPF, o endereço, e portar um documento de identificação com foto.
Segundo o órgão, essas medidas têm duas finalidades: a primeira é manter o cidadão informado sobre os trâmites de seu processo, e a segunda tem caráter de proteção contra a atividade criminosa.
Após a comprovação, pelo BC, de que o dano foi provocado por dispositivo antifurto, a instituição financeira deverá comunicá-lo. As informações dadas por você ao entregar a nota ao banco poderão ser repassadas à polícia. Caso o BC comprove que o dano não foi causado por dispositivo antifurto, o banco providenciará a troca da cédula.
Caso você saque dinheiro manchado em caixa eletrônico, é importante, em seguida, retirar um extrato bancário e comunicar o fato à instituição financeira. Se não for possível fazer essa comunicação de imediato, a orientação é registrar a ocorrência em uma delegacia. Em casos de falha da instituição financeira, você ‘poderá’ ser ressarcido pelo banco.
Ainda estão sendo estudados mecanismos que ajudem os deficientes visuais a identificar cédulas manchadas.
Resumo da ópera… “a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, a conta sempre é paga pelo povão, e o mico… o mico?… sempre sobra pra nós… reles mortais!”

As expressões ‘pagar mico’, ‘que mico!’, etc, têm origem num jogo infantil de cartas, ilustradas de bichos, em pares. É eliminado do jogo quem, ao final de uma rodada, fica com a carta do mico (macaco) na mão… a única sem par.


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Os fatos são verdadeiros, estão em toda a Internet e, afinal, é só o meu ponto de vista… um editorial.
Vez ou outra estarei postando um editorial.
Mas agradeço sua observação e entendo sua preocupação.
Abraço.